Culpa  Materna na Prática

“Todo ser humano faz o melhor que pode com a consciência que tem no momento!” Eu acredito que todas nós mães estamos fazendo o melhor que podemos com nossos filhos! E a medida que nos observamos, observamos nossos filhos e buscamos informações que fazem sentido e tocam um espaço profundo em nosso ser, começamos a encontrar novas possibilidades de atuarmos, diferentes da maneira que aprendemos e isso pode ser chamado de evolução. E entender este processo natural que todos nós vivemos, com compaixão e respeito por nós mesmos e pelos demais é um primeiro passo para nos libertarmos da culpa.

A gente faz o que pode com a consciência que tem e podemos escolher conscientemente fazermos diferente. E é justamente ai que está o poder de se libertar da culpa: você pode experimentar FAZER/ ATUAR de maneira diferente e ver o que acontece! É na ação que mora o antídoto para se libertar da culpa.

No vídeo abaixo vou te contar uma história que aconteceu com meu filho mais velho e que durante muitos anos me culpei muito. E eu conto com a sua empatia para escutar o que vou falar agora que é muito importante para mim.

Gostou do vídeo, deixe seu comentário aqui embaixo, vou adorar te escutar!

Um beijo com carinho,

Clarissa

12 Comments

  • DIONARA disse:

    LINDO DEMAIS!!! Obrigada pelo compartilhamento dessa experiência, adoro suas palavras!! beijo

  • Fernanda Arboite disse:

    Muito Obrigada!!! Muita gratidão por sua história compartilhada!! Ouvimos tantas regras sobre o modo “correto” de fazê-los dormir sozinhos que às vezes privamos eles (e a nós mesmos) deste momento lindo de troca e conexão. Foi assim também comigo, mas hoje fico “chamegando” meu filhote sempre que posso, antes de dormir e sinto que nossas noites são bem mais tranquilas!

  • Juliana disse:

    Excelente , vc é incrível 🙏

  • Carol Kinvassy disse:

    Lindo compartilhar! Inspirador! Parabéns, querida!!! <3

  • Nelimar disse:

    Olá !!! Venho assistindo seus vídeos e gosto muito !!! Mas o de hoje foi especial , meu filho tem 7 anos e sempre dormiu no quarto dele , mas ultimamente tem tido muito medo de dormir sozinho e eu tenho sempre deito com ele ate que pegue no sono, porém não nego que meio receosa porque já ouvi comentários de que esse comportamento gera insegurança no futuro. Agora me sinto aliviada ! Obrigada por compartilhar sua experiência, isso nos ajuda a firmar nossas atitudes !

  • Alice disse:

    Lindo vídeo! Amo a forma como você se expressa.

  • Ana paula disse:

    Lindo amei!

  • Vanessa Guerzoni disse:

    Você é maravilhosa, como é bom assistir aos seus vídeos!! Queria ter tempo disponível para acompanhar todas as sua publicações!! Gratidão!!!

  • Salete sousar disse:

    Ola,
    Gosto muito dos seus videos. Vejo sempre pois sao muito apaziguadores e ajudam me a lidar com os meus filhos. Obrigada

  • Paula Canhola Fernandes disse:

    Estou emocionada e com a lágrima no canto do olho! Gratidão, Clarissa! Tu és maravilhosa.

  • Tereza Vital disse:

    Vc eh uma querida Clarissa….se desnuda com tanta coragem e tanta humanidade… obrigada por suas preciosas orientações…

  • Sara Azevedo disse:

    Com meu primeiro filho ocorreu algo parecido. Depois do nascimento dele, eu ficava sempre com livros nas mãos, angustiada, pesquisando sobre como seria a melhor forma de educá-lo. Eu queria ser perfeita e, contrariando meu coração, comecei a seguir o método de deixar a criança chorar no berço até dormir, pois era o que tinha feito minha cunhada francesa (para criar filhos independentes), dentre outras amigas. Eu fechava a porta e chorava atrás dela. Em uma das vezes, meu marido chegou a trancar a porta para que eu não cedesse à “tentação” de abri-la e acalentá-lo. Após alguns dias, desisti do método e comecei a acordar quantas vezes fossem necessárias, dormia na poltrona ao lado do berço, às vezes amamentando, outras vezes aguardando que ele pegasse no sono sozinho, em seu berço, para não “acostumá-lo a dormir no colo”. Descobri a antroposofia quando o matriculei numa escola Waldorf, próxima à minha casa. Só ali comecei a encontrar prazer na maternidade. A entender os anseios daquele bebê que ele foi (ele já estava prestes a fazer três anos) e então pude experimentar outra relação, já com minha filha. Fiz tudo diferente. Dormi os três primeiros meses com ela e depois montei um bercinho ao lado de minha cama, para coloca-la depois que já tinha pegado no sono comigo. Montei um acampamento em meu quarto, com meu pequeno que a essa altura já não queria mais dormir só, enquanto todo mundo estava no quarto de casal. Foi LIBERTADOR. Os dois foram para seus respectivos quartos quando se sentiram seguros para isso. E ao contrário do que diziam muitas pessoas, meu casamento não ficou abalado por isso. Usamos a criatividade! rsrsr…Hoje me deito com eles, conto estórias e faço cafuné até dormirem. As vezes durmo junto (rsrs), mas me sinto muito bem assim. Porque percebi que realmente passa rápido. As vezes me culpo por ter feito o que fiz com Ravi, mas hoje tento me liberar assim: dando a ele abraços e beijos sempre que ele quer, protegendo-o dos monstros que ele teme e deixando um espacinho em minha cama quando ele precisa de mais aconchego.
    Obrigada Clarissa.

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